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12 mar 21

Prevenção à lombalgia

Outra doença que afeta a coluna é a lombalgia, que são dores sentidas na região lombar e membros, região das costas situada acima das nádegas e que ocupa aproximadamente o terço final da coluna vertebral, podendo irradiar-se para as nádegas, coxas e pernas. “É uma hérnia discal (núcleo do disco extruido) essa hérnia fica comprimindo o nervo ciático onde muitas vezes a pessoa pode perder as forças das pernas”.

Os profissionais explicam que a lombalgia em alguns casos é composta da inflamação dos nervos, músculos cápsula e ligamentos da coluna. “Quem mais sofre com a lombalgia são as mulheres pois atinge cerca de 70%, é mais frequente na gestação permanecendo até seis meses pós-parto”.

Os profissionais alertam que: “deve-se pesquisar a localização e a frequência da dor, o tempo de queixa da dor e os fatores de melhora e piora. Analisa-se o paciente notando alterações na lordose lombar, procurando através da palpação por pontos dolorosos na musculatura paravertebral”.

Sobre os sinais e sintomas, os especialistas observam que a intensidade da dor lombar varia muito, pode ser uma dor leve e incômoda; ou uma dor intensa e incapacitante que impede a realização de trabalhos domésticos e profissionais. “A dor é localizada na parte inferior das costas, podendo ou não irradiar-se para a parte superior pescoço, coxas ou até para o abdômen”.

Quando a dor lombar associar-se à dor irradiada para a coxa e para as pernas, indica uma possível compressão radicular (o nervo é comprimido) a causa mais frequente da compressão é a hérnia de disco, relacionada à traumatismos que ocorrem durante a vida. Os tumores da coluna também se manifestam com dores desse tipo. As dores lombares são consideradas agudas quando persistem por até sete dias, sub-agudas que persistem de sete dias a três meses e crônicas com sintomas acima de três meses.

Com relação ao diagnóstico, os médicos destacam que em todas as situações de lombalgia, existe a necessidade de exames minuciosos para se fazer um diagnóstico correto para diferenciar os quadros da lombalgia aguda não complicada daqueles que podem suspeitar de doenças de base, como tumores, infecções, fratura, entre outros vários exames complementares que podem ser utilizados para definir o diagnóstico, como: radiografia simples da coluna vertebral, exames de sangue, tomografia da coluna vertebral, ressonância magnética da coluna vertebral, eletroneuromiografia de membros inferiores, densitometria óssea.

Quando o assunto é tratamento, os profissionais lembram que o médico deve ser especialista na coluna vertebral, durante a crise de lombalgia o paciente é afastado do trabalho por três dias e em casos mais graves repouso absoluto. “A termoterapia contribui para o alívio da dor na fase aguda. Massagens na região lombar não tem comprovação científica de melhoras”.

Durante a crise o uso de anti-inflamatório não hormonal é indicado e possibilita o efeito analgésico, usado moderadamente pois existem efeitos colaterais graves relacionados ao sistema gastrointestinal, plaquetário e aparelho urinário, precisando usar medicamentos para proteger o aparelho gástrico. “O uso de coletes específicos melhora a postura e traz conforto. A indicação de cirurgia é rara, somente em caso que precise fazer a descompressão de tecido neural”.

No quesito prevenção os especialistas destacam: maneira de levantar pesos; postura em dirigir corretamente; a melhor maneira ou posição de dormir; no lar em trabalhos domésticos; benefícios da massagem e exercícios e pausa durante o trabalho.

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